Estamos na Semana da Luta Antimanicomial, a semana do Dezoito de Maio.
É hora de mais uma vez revermos nossos manicômios mentais e pensarmos na inserção da loucura na sociedade. Talvez não seja inserção, mas desvelamento, porque ela está aí, é do mundo. “Não é louco quem quer"! Já diria o saudoso Lacan. Loucura não é da ordem do querer, das vontades. É desrazão, não é de se explicar, nem de se entender. É acontecimento, acometimento. É humano.
Aqui está um filme da Débora Diniz - A Casa dos Mortos - feito num manicômio judiciário da Bahia. Ele evidência a loucura em sua radicalidade, mas trancafiada, se é que isso é possível. É possível trancafiar a loucura? Acho que não, uma vez que podemos ver o filme. Trancafiam-se os loucos, mas loucura não se esconde, ela se revela. É um filme muito digno, que contribuiu muito com o meu pensamento e o meu trabalho.
É hora de mais uma vez revermos nossos manicômios mentais e pensarmos na inserção da loucura na sociedade. Talvez não seja inserção, mas desvelamento, porque ela está aí, é do mundo. “Não é louco quem quer"! Já diria o saudoso Lacan. Loucura não é da ordem do querer, das vontades. É desrazão, não é de se explicar, nem de se entender. É acontecimento, acometimento. É humano.
Aqui está um filme da Débora Diniz - A Casa dos Mortos - feito num manicômio judiciário da Bahia. Ele evidência a loucura em sua radicalidade, mas trancafiada, se é que isso é possível. É possível trancafiar a loucura? Acho que não, uma vez que podemos ver o filme. Trancafiam-se os loucos, mas loucura não se esconde, ela se revela. É um filme muito digno, que contribuiu muito com o meu pensamento e o meu trabalho.
Ana Rosa Amor
(O filme, com menos de meia hora de duração, está completo no youtube)
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